• Márcio de Miranda

Igor Amorelli e Pâmella Oliveira vão defender o título do 70.3 de Floripa, neste final de semana


O Ironman 70.3 Florianópolis está marcado para o domingo, dia 28 de abril, na Praia dos Ingleses, em Florianópolis (SC). Serão 1600 triatletas de nove países entre profissionais e amadores em busca de vagas para o Ironman 70.3 World Championship 2019, em Nice (França). O triatlo nacional terá alguns de seus principais nomes, com destaque para os atuais campeões na categoria Elite. Igor Amorelli e Pâmella Oliveira estão confirmados na segunda edição da prova e defenderão os títulos em casa.

Os atletas terão pela frente 1,9 km de natação, 90 km de ciclismo e 21 km de corrida, com base montada no Oceania Park Hotel. A programação oficial começa nesta quinta-feira (25), com a abertura da Expo, das 14h às 19h, e do primeiro dia de entrega de kits, das 14h às 18h.

Um dos principais nomes do país no circuito internacional, Igor Amorelli já soma resultados expressivos em vários eventos, com as vitórias no Ironman Brasil, em 2014, e Ironman Maastrich (Holanda), em 2016. Em provas do Ironman 70.3, ele venceu em Punta Del Este, Uruguai – 2015, San Juan, Porto Rico – 2015, Palmas, Tocantins – 2017, Miami, Estados Unidos – 2017, Manta, Equador – 2018, e Florianópolis – 2018.

O triatleta fará sua estreia na temporada no domingo e está ansioso. “Voltar a competir é sempre muito bom e Floripa é praticamente a minha casa. Esse ano voltamos às competições um pouco mais tarde do que o normal, pois fizemos uma preparação maior. Vai ser bom para iniciar o ano competitivo e pegar ritmo de prova. Acredito que estarei mais preparado para o evento e com uma base maior, além de estar perto da família e dos amigos. Não vejo a hora”, diz.

Igor destaca que optou por uma base mais forte para esta temporada. “Decidimos fazer uma base maior este ano e um período de força maior.

Espero que isso ajude, especialmente do meio para o final das provas e da temporada também. O 70.3 de Floripa é uma prova importante e um ótimo aquecimento para o Ironman em maio. A bike é praticamente o mesmo percurso. É a melhor preparação que podíamos ter”, completa.

Pâmella não fica atrás. Ela foi bronze nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, em 2011, campeã da Copa do Mundo Triathlon ITU em 2013 e representou o país nos Jogos Olímpicos de Londres (12) e Rio de Janeiro (16). Ela venceu o 70.3 do Rio de Janeiro duas vezes (17/18), e, no ano passado, o 70.3 Florianópolis. Mas seu maior feito, sem dúvida foi o Mundial de Ironman 70.3 na África do Sul, terminando em quarto lugar, o melhor resultado de uma atleta brasileira até o momento.

“Competir em Floripa é sempre bom de uma maneira geral. Independente de eu ter ganho a prova, o fato da torcida sempre conta a favor. Mas também gera uma expectativa no público e na gente. Eu não tenho problemas em competir em casa, essa força extra sempre ajuda. Ano passado eu ainda estava conhecendo a distância e cometi alguns erros na prova, no final a vitória veio muito com a ajuda da galera”, explicou. “Competir de novo no 70.3 em Floripa será ótimo e servirá de base para minha estreia no Ironman, em maio. Será mais uma chance de ver o percurso que será uma novidade para mim”, completa.

Sobre os bons resultados nos últimos anos no Ironman 70.3, ela ressalta a maior visibilidade e, portanto, a atenção das adversárias. “Tive uma evolução muito grande na distância de 70.3 no ano passado, até a conquista do quarto lugar no mundial. Mas não muda muita coisa, a única questão que acho que muda é a visibilidade. Acho que agora as meninas vão passar a me estudar um pouco mais, assim como eu faço com elas. Saber o que esperar em cada modalidade. Agora é preciso treinar ainda mais, pois se manter no topo é ainda mais difícil”, finaliza.

#Triatlo #Ironman703

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