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Hidratação no ciclismo: como usar água e isotônico para manter desempenho e saúde no calor do Verão

  • Foto do escritor: Márcio de Miranda
    Márcio de Miranda
  • 18 de jan.
  • 2 min de leitura

A hidratação correta no ciclismo é um dos pilares para garantir rendimento, segurança e bem-estar durante treinos e competições. A combinação adequada entre água e isotônico ajuda o ciclista a repor líquidos, eletrólitos e energia perdidos ao longo do esforço físico, especialmente em pedais de média e longa duração. Especialistas alertam que a desidratação, mesmo em níveis leves, já é suficiente para provocar queda de performance e aumento da fadiga.


Durante a pedalada, a perda de líquidos ocorre principalmente pelo suor, processo intensificado pelo calor, umidade e intensidade do treino. No ciclismo, o vento constante pode mascarar a sensação de sede, levando muitos atletas a beber menos do que o necessário. Por isso, a hidratação deve ser planejada e feita de forma regular, antes que os sinais de desidratação apareçam.

A Mormaii tem uma linha de água com e sem gás / Divulgação
A Mormaii tem uma linha de água com e sem gás / Divulgação

A água é indicada para esforços de até 60 minutos e baixa intensidade, pois repõe o volume de líquidos, mas não substitui os sais minerais eliminados pelo suor. Já o isotônico é recomendado para atividades mais longas ou realizadas em condições de calor, pois contém eletrólitos como sódio e potássio, além de carboidratos que ajudam a manter os níveis de energia e retardar a fadiga.


No ciclismo de estrada, mountain bike ou gravel, a estratégia mais comum é alternar água e isotônico ao longo do pedal. A recomendação geral é ingerir entre 150 e 250 ml de líquido a cada 15 a 20 minutos, ajustando esse volume de acordo com a intensidade do esforço, a temperatura ambiente e as características individuais de cada ciclista.


Em pedais longos, levar duas caramanholas, uma com água e outra com isotônico, facilita a reposição equilibrada de líquidos e eletrólitos. Em atividades muito extensas, a hidratação pode ser complementada com géis ou alimentos energéticos, sempre acompanhados de líquidos para facilitar a absorção.


A hidratação começa antes mesmo do início do treino. Iniciar o pedal bem hidratado melhora a tolerância ao esforço e reduz os riscos de queda de rendimento. Após a atividade, a reposição de líquidos continua sendo fundamental para recuperar o peso corporal perdido e restabelecer o equilíbrio do organismo.

O famoso Gatorade tem também a versão zero açúcar / Divulgação
O famoso Gatorade tem também a versão zero açúcar / Divulgação

Ignorar a hidratação adequada no ciclismo pode resultar em queda de performance, cãibras, tontura, problemas gastrointestinais e maior risco de exaustão pelo calor. Por isso, planejar quando e o que beber é tão importante quanto definir o percurso ou ajustar a bicicleta.

Cada vez mais presente no debate sobre saúde esportiva, a hidratação no ciclismo deve ser encarada como parte essencial da preparação do atleta. Saber equilibrar o uso de água e isotônico e respeitar os intervalos de ingestão contribui para pedais mais seguros, eficientes e sustentáveis ao longo do tempo.

 
 
 

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