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Raiza Goulão e Luiz Cocuzzi vencem o Desafio dos Gigantes Internacional de Itaipava /RJ


Cocuzzi comemorando a vítória / @m_mirandaphoto

Nas principais provas do dia, a corrida de XCO – Cross Country Olímpico Classe 1, para atletas de Elite, vitórias de Luiz Henrique Cocuzzi, no masculino, e Raiza Goulão, no feminino.


Como eles também venceram as provas de XCO da última sexta-feira (10), mas na classe 2, os ciclistas de Mountain Bike encerram a competição com dobradinha.

As provas de domingo foram as que mais pontuaram na corrida olímpica para Paris- 2024. Os vencedores ganharam 60 pontos agora e outros 30 na sexta.

Já no sábado (11), foi a prova Short Track (XCC). Luiz Cocuzzi e Raiza Goulão, porém, não participaram e viram José Gabriel e Karen Olímpio ganharem na XCC.


Na masculina, Luiz Henrique Cocuzzi, atleta da Sense Factory, fechou os 24.60 km em 1h11min42s. seguido de perto por Henrique Avancini, da Caloi Henrique Avancini Racing, que concluiu as seis voltas em 1h11min45s.


O pódio, que teve cinco nomes, contou ainda com José Gabriel Almeida, da OGGI, e Ulan Galinski, da Caloi, que fizeram em 1h11min53 e 1h12min45s.


“Foi muito dura, com muitas subidas, e acredito que a estratégia tenha sido fundamental porque eu sabia que no final da prova, faltaria perna para todo mundo. Eu tentei segurar um pouco, abriram bastante e depois fui tirando (a desvantagem) aos poucos”.


”E saio feliz por sair deste fim de semana com 100% de aproveitamento. São pontos fundamentais, marquei 90 pontos, o máximo que eu competi. Agora é um passo de cada vez, para conseguir novas vitórias”, comentou Luiz Cocuzzi.


Raiza na cerimônia de Flores / @m_mirandaphoto

Já a goiana Raiza Goulão, da OGGI, fez os 16.40 km (quatro voltas) em 1h00m46s. Já Karen Olímpio, da Audax, atravessou a linha de chegada em 1h01min06s, contra 1h01min26s de Sabrina Oliveira.


O pódio foi completado por Giuliana Salvini, da Sense, e Luiza Cocuzzi, irmã de Luiz Henrique, e atleta da Lar Cocuzzi. Elas fizeram a prova em 1h01min54s e 1h04min38s, respectivamente. As duas provas tiveram uma volta a menos do que o previsto, por conta da forte chuva no Villa Itaipava. Isso deixou a competição ainda mais acirrada e imprevisível.


“A minha estratégia era sentir bem a pista e não as concorrentes, isso por conta da chuva. Fazia tempo que eu não corria assim”.


”Queria ver como a minha bike iria se comportar também. Mas, logo de início eu e a Karen nos destacamos. Mas na última volta, mesmo com minha bike um pouco travada, consegui passá-la”.


”No sábado, eu correria, mas tive um problema no calcanhar e resolvi me poupar”, analisou a atleta Raiza Goulão.


Todo percurso em Petrópolis teve uma dificuldade técnica acima da média devido à chuva que caiu durante a tarde do domingo na cidade serrana.

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