Tri Wings TWK: criado e produzido no Brasil, cockpit fechado para triathlon aposta na velocidade, sem abrir mão do conforto
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Desenvolvido integralmente no Brasil, o cockpit TWK, da Tri Wings, foi lançado há cerca de três anos com o objetivo de unir conforto ergonômico, aerodinâmica e performance para triatletas de longa distância. Neste mês de outubro, o modelo passou por atualizações que o transformaram em uma opção ainda melhor: mais eficiente, mais fácil de instalar e com melhor sustentação na posição aero.
Construído 100% em fibra de carbono, o TWK oferece tudo o que triatletas procuram. Afinal, do ponto de vista fisiológico, o triatlo é um verdadeiro balé de equilíbrio para o corpo humano. De um lado, está a necessidade de executar três modalidades distintas no menor tempo possível, exigindo um enorme gasto energético.
Do outro, a necessidade de dosar esse esforço para preservar energia suficiente para completar todas as etapas sem comprometer o desempenho. O segredo do sucesso está justamente em encontrar o equilíbrio entre potência, resistência e conforto, fazendo com que cada movimento contribua para sustentar o ritmo até a linha de chegada - e é justamente este conceito que norteou o desenvolvimento do cockpit TWK, da Tri Wings.
“Costumo dizer que somos uma empresa feita por triatletas para triatletas. Entendemos a necessidade de quem pratica a modalidade, e por isso nossos produtos têm a missão de garantir que o atleta fique confortável em uma posição aerodinâmica pelo maior tempo possível”, explica José Rodrigo Carvalho, sócio-fundador da Tri Wings.
O modelo foi totalmente desenvolvido no Brasil e, sempre apostando no potencial do país, o TWK é construído em duas fábricas em território nacional: uma em Curitiba (PR) e outra em Vitória da Conquista (BA) - desenvolvendo uma tecnologia inédita no país desde 2023.

Vinte Watts: no papel, o número pode não parecer muito. Mal dá para acender um conjunto de Leds. Mas, em cima da bike, depois de pedalar quase 200 quilômetros (as competições de Ironman, onde está grande parte do público da Tri Wings, têm 180 km de pedal), a diferença realmente é brutal. Economizando apenas 20 watts, a velocidade média na bike sobe bastante, sem que isso gere um gasto adicional de energia do atleta.
Por isso, mais do que economizar potência, o cockpit TWK visa economizar o corpo do triatleta durante a pedalada, com uma série de características esculpidas com este objetivo em mente.
“O funcionamento do cockpit Tri Wings é resultado da combinação entre ergonomia, posicionamento e aerodinâmica. Afinal, o equipamento possui uma área de apoio projetada para acomodar os braços, os punhos e as mãos do atleta”, aponta Carvalho.
Segundo ele, o desenho anatômico foi desenvolvido a partir de testes com diferentes modelos, ângulos, posições das mãos e distâncias entre os apoios, até chegar à configuração atual. Outro aspecto importante é a possibilidade de escolher entre três larguras de apoio: 26, 30 e 32 cm. A medida ideal varia conforme o tipo físico e a flexibilidade do atleta.
A proposta da marca é permitir que cada pessoa encontre uma posição confortável e sustentável durante longos períodos sobre a bicicleta.
“Uma abertura maior dos cotovelos, por exemplo, ajuda a reduzir a tensão nos ombros e nas costas, favorecendo a manutenção da posição aerodinâmica e preservando a musculatura para a corrida que vem depois da etapa de ciclismo”, explica Carvalho, que também é triatleta amador.
Segundo ele, a principal vantagem é que, diferente dos componentes criados para provas de contra-relógio, que costumam ser curtos na quilometragem, o TWK nasceu especificamente para atender atletas que pedalam por distâncias realmente longas.
Com instalação simplificada, praticamente plug and play, a base do TWK da Tri Wings é uma placa moldada em fibra de carbono, que aposta na construção em fibras Toray T800 para criar uma combinação entre baixo peso, fluxo controlado de ar ao redor da porção dianteira da bike e capacidade de absorção de vibrações - algo que por si só já ajuda a reduzir o desgaste da pedalada.
Por estar na frente da bike, justamente a parte mais relevante na redução do coeficiente de penetração aerodinâmica, o TWK realmente faz uma diferença bem grande na velocidade. Além disso, por se tratar de uma estrutura fechada, ela também ajuda a direcionar o fluxo de ar ao redor do peito do atleta, uma zona de alta turbulência e arraste.


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